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As noites de calma, serenidade e tranquilidade deram espaço às preocupações sobre como quitar dívidas? Quando os problemas financeiros começam a surgir, a primeira coisa é não entrar em pânico. É preciso calma para elaborar a estratégia correta para reverter essa situação sem apelar para empréstimos consignados, penhoras de bens, mas se livrar os juros abusivos o mais rápido possível.
Uma estratégia bastante valida é buscar avaliação financeira para identificar quais os pontos fortes e os limites em relação ao tipo de comportamento que tem com o dinheiro. A ferramenta de coaching on-line, Your Life, (www.yourlife.com.br), avalia gratuitamente a vida financeira e orienta sobre as competências que deve desenvolver para atingir o objetivo proposta, no caso, sair do vermelho.
O planejamento financeiro alcançado por Flavio Ornelas é um case de sucesso. Com mais de dez mil reais em dívidas, ele contratou o Your Life com intuito de receber orientações para reorganizar e direcionar suas finanças.
Escravo das dívidas e dos juros, Ornelas aprendeu a priorizar a cultura do controle por meio das dicas e lembretes do coaching on-line. Com planejamento e a ajuda do Your Life, Flávio renegociou suas dívidas, pagou contas atrasadas, renegociou serviços de terceiros, passou a pesquisar preços e dar prioridade a itens realmente necessários. E, em apenas cinco meses, ele conseguiu equilibrar suas finanças com as dicas dadas pelos profissionais responsáveis pela ferramenta.

BULLYING: Exclusão e Agressão aos "Diferentes"


 Quando a diferença de um indivíduo não  é aceita pelos demais e isso passa a ser motivo de implicação, é hora de ficar atento a todos os por menores. Mas quando essas situações se tornam corriqueiras, causando constrangimentos excessivos e o ambiente em que se forma é a sala de aula, um caso de bullying pode estar instaurado nesse meio.
Bullying é um termo em inglês que significa implicar, humilhar, excluir, perseguir, fazer pouco caso de outra pessoa. A diferença principal entre o bullying e as brincadeiras de mau gosto já conhecidas, é que no novo termo a intimidação, xingamento e implicação são contínuos, sempre com a mesma pessoa.
Os personagens são basicamente os mesmos: o grandão que senta no fundo da sala, intimidando o “diferente” da primeira fila. O que chama a atenção é que essa intimidação, que começa verbalmente, logo passa para o campo das agressões físicas, acarretando conseqüências na saúde física e psicológica de quem sofre o bullying. Segundo uma recente pesquisa realizada no Brasil, pela ONG Plan, os casos de bullying independem da classe social, acontecem mais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, entre a faixa etária dos 11 aos 15 anos.
Os indícios de bullying são detectados a partir do momento em que algum jovem percebe uma alteração ou até dificuldade em outro, que possa torná-lo diferente do grupo. Gagueira, estrabismo (conhecido como vesguice), etnia, orientação sexual, obesidade e orelhas em abano são as características mais apontadas dentro da sala de aula. Os professores, psicólogos e pedagogos precisam estar preparados para lidar e combater essa prática que se torna cada vez mais comum no país. Para superar o bullying é necessária uma explanação para os jovens, esclarecendo que as deficiências não podem servir de mangação ou chacota, visto que se trata, às vezes, de problemas de saúde.
A Pedagoga e Orientadora Social Roberta Soares, que trabalha com adolescente em proteção social, sentiu receio de discutir a temática, de início, com os jovens. Segundo ela, o medo era que o “tiro saísse pela culatra”, e os jovens quando conhecessem o bullying passassem a adotar suas práticas, para aparecerem. O típico comportamento adolescente. Mas ao longo do trabalho, Roberta percebeu que as intimidações e até as agressões em suas turmas diminuíram consideravelmente, principalmente quando ela falou sobre as penalidades legais atribuídas aos praticantes do bullying.
Os desafios enfrentados ao longo da educação de um jovem são árduos. É imprescindível o acompanhamento psicopedagógico e de socialização entre todos, sempre visando a boa convivência e lembrando que as pessoas podem ser diferentes, mas o respeito deve ser igual para todas.

Diferença de perfis entre homens e mulheres


Não é novidade que homens e mulheres de todas as culturas, credos e raças vivem em constante duelo sobre quem é mais capaz para cargos de gerência, qual tem melhor senso de direção, quem é mais organizado ou observador. Mas quais são as reais diferenças entre os perfis comportamentais?
O especialista em gestão comportamental, profissional e vice-presidente da Thomas Brasil, Edson Rodriguez , aplicou um instrumento de Análise de Perfil Pessoal (PPA) em um grupo de 600 pessoas, sendo 300 homens e 300 mulheres e o resultado foi o seguinte:
As mulheres apresentam uma tendência a serem mais influentes e verbais que os homens; 
Os homens, por sua vez, mostram uma tendência a serem mais diretos e focados em resultados que as mulheres; 
Sob pressão as mulheres têm a tendência a serem ainda mais verbais, mas não necessariamente comunicativas, enquanto que os homens diminuem essa característica;
As mulheres têm uma tendência maior a buscar a segurança do “status quo”, ou seja, valorizam mais aspectos relacionados à estabilidade;
Os homens são mais móveis e ativos, mas não necessariamente mais flexíveis ou adaptáveis, nisso, paradoxalmente, as mulheres levam vantagem; 
As mulheres são mais firmes em relação às suas ideias próprias e menos propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré-estabelecidos. A diferença para os homens nesse quesito é pequena, mas ainda assim, paradoxal

Amor: escolha ou destino?

Depois de tantos livros e artigos que já escrevi, me deparo mais uma vez com esta incógnita que é o amor, tentando colocar em palavras algo que não é fácil de ser descrito. Mas como sou teimoso e completamente intrigado com o assunto, compro a briga, e mais uma vez invoco a inspiração para o que vou falar.
Existe uma forte tendência das pessoas em acharem que o amor acontece quando bem entender, o que não deixa de ser uma verdade. Não temos domínio sobre ele. O amor é selvagem e se manifesta no seu tempo, para cada um de nós. Assim, dizer que é uma questão de destino faz sentido. Resta-nos ter humildade para esperar que um dia ele venha.
Lua, Marte, Venus, Júpiter compactuam para que estejamos ou não acompanhados. Saturno e Urano podem interferir em nosso caminho. E, diante de nossa insignificância, olhando para as forças do Universo, nos perguntamos: O que se pode fazer?
Quantas vezes você acha que está no ponto, que quer muito encontrar um par, mas, entre querer e encontrar alguém vai uma grande distância. Pode ser que você tenha saído de um relacionamento tumultuado e traumático e sua alma ainda não está pronta para amar novamente. Pode ser que seu coração esteja fechado e você não se dê conta disto. Noutras vezes você tem medo de se envolver por tantos outros motivos, quer seja por desconfiança ou por pura repressão.
Neste caso, prefiro não colocar a culpa no tal do destino. Mais fácil entender que a escolha é sua, consciente ou não, você impede que o amor aconteça.
Encontrar uma pessoa especial, com quem você tenha muitas afinidades, não é assim tão freqüente. Por isto, diante dela, é fundamental que você faça sua parte. Você fica alerta, de olhos e coração bem abertos.
O destino se encarrega de oferecer as oportunidades, mas você é o grande responsável por aproveitá-las ou não!
Não coloque tantos “poréns”, não seja tão perfeccionista, não marque gol contra, não jogue areia, nem boicote as possibilidades quando elas aparecem. Dê uma forcinha, saia de casa, freqüente os lugares compatíveis com o que você quer. Pare de colocar barreiras. Reconheça o quanto você é presenteado a todo o momento. Saiba receber.
Saiba também que tudo o que você precisa e quer fica mais acessível quando você substitui a frase “O que eu tenho a ganhar com isto?” pela frase “Em que posso ajudar?”.
Assim, você faz sua parte, abre a porta, e deixa o amor entrar.

As cores da polêmica


Não se trata apenas de mais uma novidade no mundo dos adolescentes. As pulseiras coloridas, que aparentemente são um acessório de moda, carregam consigo, na verdade, toda uma significação e segundas intenções que vem divergindo opiniões de pais, jovens e educadores Brasil a fora.
Para cada cor de pulseira, usada por meninos e meninas, um significado. Desde um simples abraço, que se refere à cor amarela, até uma relação sexual, com a pulseira preta. Quem está usando o acessório, espera que alguém arranque-o do seu braço para cumprir o que a cor determina. Tratando-se de adolescentes, o caso requer extremo cuidado e atenção, principalmente quando essa brincadeira começa a tomar proporções descontroláveis e até criminosas.
No Paraná, por exemplo, uma adolescente de 13 anos foi violentada sexualmente porque portava a pulseira na cor preta. Embora ela soubesse do seu significado, não há justificativa para uma tentativa de estupro por parte de outros adolescentes. Em diversos lugares do país, a comercialização das pulseirinhas já começa a ser proibida e seu uso dentro das escolas também. No entanto, a proibição do uso do acessório apenas não resolve uma questão bem mais complicada que é a má educação sexual dos jovens. Para a psicóloga e orientadora do Instituto Kaplan, Cristina Romualdo, “Os jovens iniciam a vida sexual cada vez mais cedo, orientados, na maioria das vezes, por amigos.”
A educação sexual deveria ser tratada como algo mais sério, visto que a partir de uma boa orientação, fatos como o das pulseirinhas não representariam tanto perigo para os adolescentes. Com a educação familiar e o complemento escolar, o sexo deixaria de ser tabu e essas novidades já não despertariam tanta curiosidade e má-fé dos jovens.

Cartão de crédito: é hora de quitar sua dívida


Quem nunca se rendeu a uma compra, ainda que não necessária, com a frase: "Pode passar no cartão?". Dinheiro de plástico, tanto para crédito quanto para débito automático, tem o uso incentivado não só pelas administradoras responsáveis por enviar o produto à casa do consumidor - muitas vezes sem que ele mesmo peça - como também o lojista, que vê no cartão uma forma de evitar o não pagamento da conta ou um cheque devolvido.
O lado ruim de toda essa história não é a forma de pagamento, mas a falta dele. Com o cartão, muitas pessoas acabam por comprar mais do que deveriam, ou poderiam, e terminam pagando apenas o mínimo de suas faturas. Logo, a dívida já se foi, mas os juros são tão grandes que é impossível sair do círculo vicioso.
O cartão de crédito se popularizou intensivamente no Brasil, principalmente nas regiões mais ricas, como o Sudeste. "A praticidade e comodidade seduziram os consumidores. Poder comprar em inúmeros estabelecimentos, mesmo sem ter dinheiro em mãos, seja início, meio ou final de mês, poder dividir o pagamento sem burocracias e ter disponível todo mês um montante acrescentado ao salário são fatores que fazem com que o cartão faça parte da rotina de muitas pessoas", diz a economista Patrícia Botari, do SIG (Serviço de Informações Gerenciais).
De acordo com dados da Fecomércio/SP, publicados no Jornal Valor Econômico em abril de 2009, 55% das famílias paulistanas tem dívidas a pagar, destas, 60% têm dívidas no cartão de crédito, o instrumento que cobra as maiores taxas de juros do mercado.
Com a mágica da facilidade de acesso ao crédito, o cartão tornou-se ferramenta muito importante na vida da população. Mas, como o dinheiro para pagar as contas custa a aparecer mesmo com o mais incrível dos "Abracadabras", é hora de esquecer do coelho que custa a sair da cartola e partir para uma nova fórmula, esta mais real e dolorida: o pagamento das faturas.

Como se comportar ao assistir jogos da Copa na empresa?


O futebol mexe com a emoção das pessoas, principalmente dos brasileiros. E quando quem está em campo é a seleção nacional, o sentimento é ainda maior. Assistindo aos jogos é comum que as pessoas gritem, xinguem o juiz,  os jogadores do time adversário e, em alguns casos, até os jogadores do próprio time.
Contudo, não é em qualquer lugar que se pode agir dessa forma. Durante a Copa do Mundo, muitas empresas irão permitir que seus funcionários assistam aos jogos do Brasil, e o empregado deve agir de acordo com o local de trabalho. Por isso, é preciso tomar cuidado. “Ao assistir os jogos em casa, na casa de um amigo ou mesmo num bar é possível extravasar a emoção sem maiores consequências, mas no trabalho é melhor se conter, afinal é um ambiente formal e exige uma postura adequada”, explica a consultora empresarial Reginah Araújo.
Além de não se exaltar aos assistir aos jogos, o funcionário também deve evitar ficar comentando a partida o resto do dia. “É preciso tomar cuidado para não perder a concentração fora do horário do jogo, afinal, a produtividade já estará comprometida pela pausa no expediente e passar o resto do dia comentando o jogo poderá fazer com que o chefe se arrependa de ter deixado os funcionários verem os jogos”, ressalta Reginah.
“O funcionário deve lembrar que seu comportamento é avaliado o tempo todo, mesmo em dias de jogos e comemorações. Uma atitude errada hoje poderá comprometer uma promoção amanhã”, adverte a consultora. Reginah também lembra que quando a pessoa comemora fora de hora, corre o risco de ser julgada pela falta de foco, de interesse no trabalho, ou por ser incompetente, se a produtividade diminuir. Essa visão fará com que as pessoas a tratem diferente, tanto no dia a dia, quanto do ponto de vista de crescimento na carreira.

Dicas:
1.Controle-se ao torcer nada de exageros
2.Mantenha o foco no trabalho após o jogo
3.Tenha uma atitude respeitosa em relação aos colegas de trabalho
4.Antes de ir ao trabalho uniformizado com a camisa do Brasil verifique se a empresa permite
5.Não comente jogos durante o expediente
6.Não beba na empresa, há pessoas que perderam seu emprego por mau comportamento em festas informais
7.Nada de intimidade com os colegas de trabalho e os superiores
8.Procure não gritar ou falar palavrões nos gols perdidos nem em faltas mal cobradas
9.Não leve cornetas, apitos e demais adereços no trabalho
10.Seja cortes com as colegas, seda o melhor lugar, procure ser cavalheiro, as pessoas irão notar e ganhará pontos.
11.Se combinado de levar lanches, pipoca, refrigerantes não se esqueça de ajudar na limpeza do local após o jogo.
12.Lembre-se de levar sua parte caso haja uma situação em que tiver que dividir  o lanche.
13.Não leve parentes e amigos para assistir aos jogos na empresa, a menos que a direção convide.
14.Ao final dos jogos caso o Brasil passe para a final não seja o primeiro a pedir que sejam dispensados, pega mal, deixe que a sugestão surja de outra pessoa.
15.E finalmente lembre-se que aquele ambiente continua sendo de trabalho e que ocasionalmente foi aberta uma exceção para assistir aos jogos.

O Comportamento Ético nas Empresas


Agir corretamente hoje não é só uma questão de consciência. É um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa e respeitada. Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Atualmente, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relação às questões éticas pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Basta um deslize, uma escorregadela, e pronto. A imagem do profissional ganha no mercado a mancha vermelha da desconfiança.
Ser ético é uma característica fundamental. Cada vez mais as organizações estão adotando o hábito de checar o passado dos candidatos a alguma vaga. Quem tem a ficha limpa sempre terá as portas abertas nas melhores empresas do mercado. Mas afinal, como é esse profissional?
Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles: ser honesto em qualquer situação, ter coragem para assumir decisões, ser tolerante e flexível, ser íntegro, educado, fiel, humilde e prudente.
Empresas não são apenas entidades jurídicas, elas são formadas por pessoas e só existem por causa delas. Por trás de qualquer decisão, de qualquer erro ou imprudência, estão seres de carne e osso. E são eles que vão viver as glórias ou os fracassos da organização. Quanto mais uma organização se destaca no mercado, mais se deve preocupar com as relações éticas. Errar é humano, mas falhas éticas destroem carreiras e organizações.
Para saber se uma empresa é ou não ética é preciso verificar a maneira como ela se planeja e cria soluções para evitar deslizes e problemas. Prevenção é a palavra de ordem em qualquer organização que valorize a ética nos seus negócios e no ambiente de trabalho.
Ética gera questões extremamente delicadas e, na maioria das vezes, de foro íntimo. Não existe uma receita universal, pronta e completamente eficaz para resolver essas questões. A decisão sempre varia de pessoa para pessoa, de consciência para consciência. Cada um tem seus limites, impostos por suas crenças e pelas leis, e deve seguí-los.
O que fazer para andar com um pouco mais de segurança nesse terreno nebuloso? Eis algumas estratégias:
√ Não faça nada que não possa assumir em público.
√ Avalie detalhadamente os valores da sua empresa. Certifique-se de eles combinam com os seus.
√ Trabalhe sempre com base em fatos. Não julgue baseando-se em suposições.
√ Avalie os riscos de cada decisão que tomar. Meça, cuidadosamente, as conseqüências do seu ato em relação a todos os envolvidos.
√ Uma empresa ética exige não apenas produtos e serviços de qualidade, mas também de conteúdo ético: recolher impostos, remunerar dignamente, preservar a ecologia, o meio ambiente, interagir com lealdade e participar da comunidade.
√ Saiba ouvir. É aconselhável ouvir mais do que falar, especialmente em se tratando de reclamações e consultas de clientes.
√ Trabalhe bem com os temas polêmicos: todas as promessas ao cliente com relação a atendimento e prazos, inclusive as mais informais, devem ser rigorosamente cumpridas.
√ Evite rivalidades. É necessário cultivar boas relações dentro e fora das equipes.
√ Nunca se esqueça que ninguém negocia com empresas, mas com as pessoas das empresas. O caráter da empresa é o caráter que seus empregados têm.
√ Evite clientelismos, privilégios e deixar vazar informações. Também é ético assegurar-se de que as informações foram claras, completas, transparentes e bem recebidas pelo outro.
√ Não fume onde esta prática é proibida e apresente-se sóbrio ao trabalho.
√ Planeje suas ausências no ambiente de trabalho, sempre que possível, de modo a permitir fluxo normal das responsabilidades.
√ Demonstre interesse pelo próprio desenvolvimento, participando de reuniões, encontros e eventos de formação, treinamento e desenvolvimento.
√ Seja pontual em termos do horário de trabalho. Observe políticas, normas e procedimentos.
√ Zele pelo bom nome da empresa. Comunique-se, relacione-se, aja de forma irrepreensível, dentro e fora da organização.
√ Aja de modo participativo, compartilhado, de modo que um problema em qualquer ponto da organização seja responsabilidade de todos e de cada um.
√ Tenha moral elevado e contribua para manutenção do clima de trabalho em alto nível.
√ Zele pelo bom nome dos colegas. Varra de sua vida a fofoca.
√ Não se omita. Assuma seus erros. Quando perceber alguma coisa errada, procure ajudar a consertar.
√ Informações confidenciais não devem sair da empresa em hipótese alguma.

Ser e manter-se um profissional ético não é fácil de administrar, principalmente para nós brasileiros que fomos criados sob a ética da lei de Gerson, do jeitinho, da vantagem acima de tudo. Socialmente aprendemos que é preciso fazer o correto, mas na informalidade impera a idéia de que não há nada de errado em levar vantagem. Há corruptos em outros lugares do mundo, mas no Brasil pequenos delitos são apoiados e até elogiados por amigos e pela família.
Agir eticamente sempre foi e será uma decisão pessoal. Nunca se esqueça, porém, de que esse costuma ser um caminho sem volta. Para o bem ou para o mal.

Mulheres no campo de batalha diário


A luta das mulheres no mercado de trabalho começou principalmente durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial, onde se viram obrigadas a cuidar da família e administrar o lar, enquanto seus maridos iam para a frente de batalha ou, quando voltavam da guerra, estavam impossibilitados de reingressar ao trabalho. A partir dos anos 70, as brasileiras ampliaram as funções. Agora além de mães, donas de casa e esposas, ocupam espaço no mercado de trabalho. Embora, naquela época, não foram muito aceitas pela sociedade machista, tentaram e lutaram para conquistar o seu lugar e valor merecidamente. E a empreitada continua...
Infelizmente, ainda no século XXI, a maioria dos homens não conseguiram aceitar essa "(re)evolução". Para o psicólogo especialista e autor de vários livros sobre relacionamentos, o doutor Silmar Coelho, alguns homens são preconceituosos. "Outros são vaidosos demais para admitir que a esposa seja mais competente e pode ganhar mais do que ele. Ainda outros analisam o custo de trabalhar fora e concluem que não vale à pena. A lista de custo é longa. Mas esse quadro está mudando. Já existem maridos que ficam em casa e fazem as tarefas domésticas enquanto a esposa trabalha".
A guerra para ocupar altos cargos e altos salários ou haver uma harmonia salarial entre homens e mulheres que ocupam a mesma função segue na lista de prioridade feminina. "Ainda vivemos em uma sociedade onde a liderança masculina é ligada a postos e valores monetários e não à hombridade, caráter e valores morais. O verdadeiro líder é aquele que leva sua esposa e filhos a se tornarem maiores do que ele, não quem, por medo da concorrência, tenta anular a sua mulher", relata o psicologo.
Há mulheres, acima dos 30 anos, com uma brilhante bagagem curricular, independentes e financeiramente estáveis que ainda não constituíram uma família; algumas por opção e outras por mero machismo. Segundo o psicólogo, essa liderança não deveria assustar os homens. No entanto, "alguns homens são inseguros. Querem criar a mulher em uma gaiola ou cortar as suas asas para impeli-la de voar. Querem que ela cante somente para ele. Eles não entendem que serão muito mais felizes quando a sua esposa for plenamente livre para fazer as suas próprias escolhas. Só sendo inteiramente livre, ela poderá cantar o seu canto mais glorioso e lindo para fazer o seu homem mais feliz", explica Coelho. 
O final do século XX e o início do XXI foram e serão os grandes passos e a chance do homem e da mulher compartilhar as tarefas. Afinal, "quem não se adaptar vai sofrer as consequências. Masculinidade e feminilidade não estão ligadas a posição hierárquica ou financeira, mas a espírito saudável, confiante e amoroso",

Motivação para estimular a produtividade

Independente do setor ou ramo de atividade, o grande dilema das organizações é alcançar e manter resultados positivos e consistentes. Além de planejamento e metas claras, a melhoria de desempenho está diretamente relacionada ao comprometimento e o desempenho da equipe. E, neste contexto, a tríade "motivar, reconhecer e recompensar" merece destaque.
Sem motivação não há aumento expressivo de produtividade, nem tampouco resultados excepcionais. É preciso despertar o sentimento de desafio, incentivar a capacidade de superação e enfatizar a conquista e sensação de realização.
Aqueles que ainda não perceberam que o sucesso de um time depende da motivação estão patinando estratégias vazias. Se o discurso da empresa está calcado apenas no planejamento e no atingimento de metas, é preciso incorporar a alma nas ações com uma pitada de estímulo.
Se o único incentivo que dispõe é o salário no final do mês, certamente, o profissional vai produzir de acordo com o que ganha. Agora, se há motivação e reconhecimento, o profissional vai vestir, com orgulho, a camisa da empresa.
Para auxiliar neste processo, a comunicação interna ou endomarketing tornam-se imprescindíveis, principalmente, quando estão atrelados à valorização do quadro efetivo. Comprometer o público interno é algo genial e, hoje em dia, uma das formas eficazes de motivação.
Vale ressaltar que o gestor deve identificar os anseios de sua equipe e, por meio de campanhas motivacionais e treinamentos, ajudar a melhorar o desempenho dos colaboradores. O gestor tem que destacar a competência de cada profissional, assim como em um time de futebol, no qual cada posição tem o seu valor e um não funciona sem outro - ainda mais se estiverem sem entrosamento.
Claro que manter equipes inteiras motivas, comprometidas e empenhadas, não é uma tarefa fácil. Por isso mesmo que os técnicos de futebol são alvos de críticas ferrenhas. Se o objetivo é melhoria de desempenho, aumento da qualidade e fidelização das equipes internas, podemos afirmar que motivar, reconhecer e recompensar é a receita perfeita para desenvolver o que empresa tem de mais importante: o capital humano.