Não é novidade que homens e mulheres de todas as culturas, credos e raças vivem em constante duelo sobre quem é mais capaz para cargos de gerência, qual tem melhor senso de direção, quem é mais organizado ou observador. Mas quais são as reais diferenças entre os perfis comportamentais?
O especialista em gestão comportamental, profissional e vice-presidente da Thomas Brasil, Edson Rodriguez , aplicou um instrumento de Análise de Perfil Pessoal (PPA) em um grupo de 600 pessoas, sendo 300 homens e 300 mulheres e o resultado foi o seguinte:
As mulheres apresentam uma tendência a serem mais influentes e verbais que os homens;
Os homens, por sua vez, mostram uma tendência a serem mais diretos e focados em resultados que as mulheres;
Sob pressão as mulheres têm a tendência a serem ainda mais verbais, mas não necessariamente comunicativas, enquanto que os homens diminuem essa característica;
As mulheres têm uma tendência maior a buscar a segurança do “status quo”, ou seja, valorizam mais aspectos relacionados à estabilidade;
Os homens são mais móveis e ativos, mas não necessariamente mais flexíveis ou adaptáveis, nisso, paradoxalmente, as mulheres levam vantagem;
As mulheres são mais firmes em relação às suas ideias próprias e menos propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré-estabelecidos. A diferença para os homens nesse quesito é pequena, mas ainda assim, paradoxal